Se dê um tempo!

quarta-feira, 30 de abril de 2014


“Viver fazendo o que ama. Descobrir o seu potencial. Criar um caminho autêntico.”

Com um “slogan” assim, impossível não me identificar com a master coach Juliana Garcia e, por isso trouxe hoje parte de um texto dela falando sobre a importância de fazermos um retiro pessoal e de como aproveitarmos esse poderoso recurso, o tempo, a nosso favor.

Vale pensar nisso e pegar umas dicas para se presentear com um pouquinho de tempo, só seu!

“Geralmente não pensamos no valor do tempo a não ser que ele nos falte – se bem que todo mundo está tão acostumado à falta de tempo, que quando o tem livre, acaba estranhando e o preenche rapidamente, nem que seja com algo sem sentido, o tal do ‘fazer só por fazer’. Temos nos tornado grandes fazedores de coisas, mas sem sentido e direção. Fazemos porque está na lista e está na lista porque temos que fazer. Por que e para que mesmo? Aonde estamos querendo chegar? E quando chegarmos lá, o que faremos depois de correr com tanta pressa?

Fato é que o tempo é um recurso, poderoso recurso que a gente pode e deve escolher onde e como aplicar. Assim como seu dinheiro, sua saúde, sua energia, sua atenção. Algo que é tão valioso, não é de se deixar escoar sem proveito. E quando digo proveito, não estou falando que seu tempo deve ser ocupado freneticamente, eu falo de aproveitar o tempo, usufruir, degustar mesmo. Sendo algo tão valioso, se dar um tempo é mesmo se presentear.

Sabe, de tempos em tempos preciso me dar esse presente, um tempo só para mim. Sei que se quero manter minha sanidade e minha energia em dia, se quero produzir e levar inspiração para as pessoas, preciso de um tempo para mim. Para me recarregar, para estar comigo mesma, para viver o momento, para me inspirar.

Quando me dou um tempo, sinto uma clareza e uma limpidez no olhar, enxergo vivamente as prioridades reais, volto pro eixo. Daí retorno à rotina com muito mais presença, sem me sentir drenada pelas demandas (muitas daquelas que eu mesma criei no meio do turbilhão). Em momentos assim, a gente sai do domínio da mente julgadora e dos pensamentos que pulam de galho em galho, para ir para onde a vida acontece – o momento, o aqui e agora, a ação.” (leia mais)

Texto e imagem: Reprodução